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Especiais Arena


Jogos Panamericanos

Em julho de 2007 começa o maior evento esportivo das Américas - os XV Jogos Panamericanos do Rio de Janeiro. Teremos a oportunidade de ver de perto os principais atletas do país em ação e a Arena Sports não poderia ficar fora dessa!

Contamos em nosso portfólio com um grande número de atletas que engrandeceram a história do esporte nacional se destacando nos Jogos Pan-Americanos e são exemplos de superação, liderança, trabalho em equipe e amor a camisa que irão abrilhantar seu evento e ajudar a sua equipe a conquistar grandes resultados.

Clique aqui para conhecer um pouco mais sobre a história dos Jogos Panamericanos.




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Atletas Arena

O Brasil tem uma bela história nos Jogos Panamericanos e Olímpicos construída com garra, determinação e muito amor a camisa.

Conheça um pouco mais desta história através dos atletas da Arena Sports e saiba como eles podem transmitir toda a experiência adquirida no esporte para seus colaboradores, parceiros e clientes.

Aurélio Miguel Bernardinho Fernando Meligeni
Flávio Canto Giovane Gustavo Borges
Hortência José Roberto Guimarães Joaquim Cruz
Lars Grael Magic Paula Oscar Schmidt
Renan Dal Zotto Robson Caetano


Aurélio Miguel

  • Medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de 1987, em Indianápolis.
  • Duas medalhas olímpicas: ouro em Seoul, 1988, e bronze em Atlanta, 1996.
  • Duas vezes medalha de prata em Campeonatos Mundiais de Judô.

Aurélio Miguel foi a maior referência do judô brasileiro de todos os tempos. Toda essa experiência como atleta de ponta, é passada em palestras que traçam paralelos entre a vida corporativa e o mundo dos esportes. Valores que pautaram sua carreira, como disciplina, motivação e treinamento, são diferenciais entre uma medalha de ouro e a desclassificação. Da mesma forma, tais valores podem representar o crescimento de uma empresa em relação aos seus concorrentes, no mercado atual.



Bernardinho

Como jogador:

  • Medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de 1983, em Caracas.
  • Medalha de prata nas Olimpíadas de Los Angeles, 1984.
  • Medalha de prata no Mundial de 1982.

Como treinador da Seleção Brasileira Feminina:

  • Medalha de ouro nos jogos Pan-Americanos de Winnipeg, 1999.
  • Duas medalhas de bronze em Olimpíadas: Atlanta-1996, Sidney-2000

Como treinador da Seleção Brasileira Masculina:

  • Medalha de ouro nas Olimpíadas de Atenas, 2004.
  • Medalha de bronze nos Jogos Pan-Americanos de Santo Domingo, 2003.
  • Cinco medalhas de ouro na Liga Mundial, 2001/2002/2003/2004/2005.
  • Medalha de Ouro no Campeonato Mundial, 2002.

Um dos maiores nomes do esporte brasileiro nos últimos tempos, Bernardinho provou ser um grande vencedor. Suas características, como o trabalho e o treinamento duros, seu grande poder de liderança sobre suas equipes e ao mesmo tempo sua imensa capacidade de unir seus atletas, fazem dele o perfil do líder moderno, que sabe comandar. Sua palestra traça paralelos que permitem passar esses valores, tão aplicados por Bernardinho nas quadras, para as empresas, fazendo-as evoluírem tal qual as equipes que este grande técnico treinou. A Seleção Brasileira Masculina comandada por Bernardinho entra como favoritíssima à medalha de ouro no Pan do Rio de Janeiro, em 2007.



Fernando Meligeni

  • Medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de 2003, em Santo Domingo.

Raça. Quando falamos nesse grande tenista, argentino de nascimento, brasileiro por opção, a primeira palavra que vem à cabeça é raça. E a primeira imagem é um tenista pouco usual, se jogando no chão, pintando seu uniforme branco de saibro. Meligeni sempre foi assim, determinado, a palavra desistir não existia pra ele. Encerrou sua carreira em grande estilo, ganhando a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos, adicionando mais um título para sua coleção de troféus do Circuito Mundial de Tênis. Em sua palestra motivacional, Fininho, como é popularmente conhecido, aborda os temas que estão ligados diretamente à sua carreira de jogador, e agora de técnico e capitão do Brasil na Copa Davis: persistência, concentração, superação, força de vontade e treinamento.



Flávio Canto

  • Três medalhas em Jogos Pan-Americanos: ouro em Santo Domingo em 2003, e prata em Winnipeg 1999 e bronze em Mar del Plata, 1995.
  • Medalha de Bronze nas Olimpíadas de Atenas 2004

Flávio começou tarde no judô. Isso foi um fator que, por incrível que pareça, o ajudou a crescer na carreira. “Eu achava que era pior que os outros, Por isso, sempre treinava muito". Justamente por isso, Flávio conseguiu obter uma grande carreira em seu esporte. Medalhista olímpico, pan-americano dentre muitos outros títulos, Flávio teve que batalhar mais por causa desse seu início tardio. É justamente sobre isso que Flávio trata em sua palestra motivacional: planejamento, concentração, treinamento/dedicação e foco no objetivo, fazendo analogias a respeito desses temas, que unem profissionais de sucesso nos esportes e nas empresas.



Giovane



  • Medalha de prata nos jogos Pan-americanos de Havana 1991.
  • Medalha de ouro nas Olimpíadas de Barcelona-1992 e Atenas-2004.
  • Três medalhas de ouro na Liga Mundial em 93, 2001 e 2003.
  • Medalha de Ouro no Campeonato Mundial, 2002.

Um jogador de vôlei completo, vencedor de inúmeros títulos coletivos e individuais, nos diferentes fundamentos do esporte. Melhor bloqueador, melhor atacante e, claro, melhor jogador do mundo, em anos diferentes. Giovane passou do menino de 22 anos campeão olímpico em Barcelona, em 1992, ao jogador mais experiente da novamente campeã olímpica Seleção Brasileira nas Olimpíadas de Atenas, em 2004, aos 34 anos. É justamente esse período vencedor, exemplo de carreira para profissionais de qualquer área, que Giovane aborda em sua palestra. Chegar ao topo é difícil, manter-se nele, mais ainda. Por isso, trabalho em equipe, superação, definição e alcance de metas, família e amizade são temas abordados como essenciais para se obter um desempenho exemplar, seja no esporte, no mercado de trabalho ou na vida.



Gustavo Borges

  • Quatro medalhas em Olimpíadas, prata em Barcelona, 1992, e Atlanta, 1996, e bronze, também em Atlanta, e em Sidney, 2000.
  • Maior medalhista brasileiro em Jogos Pan-Americanos: 19 medalhas nas edições de Havana, 1991, Mar Del Plata, 1995, Winnipeg, 1999 e Santo Domingo, 2003.
  • Recordista sul-americano dos 200m, 4x50m, 4x100m, 4x200m livre e 4x100m medley e recordista brasileiro dos 100m livre em piscina curta (25 metros). Foi três vezes recordista mundial em 1993 e novamente recordista mundial no revezamento 4x100m livre em dezembro de 1998, no Rio de Janeiro.

Atitude de Campeão. Esse foi o ponto fundamental da carreira de Gustavo Borges, que o tornou o maior nadador brasileiro, e o atleta com mais medalhas olímpicas e pan-americanas, dentre todos os esportistas brasileiros da história. Atleta de ponta e formado em economia, Gustavo pauta sua vida profissional nos mesmos valores que sempre levou em sua carreira: motivação, disciplina, como lidar com as derrotas e como se comportar nos momentos das vitórias, concentração, suportar pressões e planejamento. Em sua palestra, esses temas são abordados com o conhecimento de causa, de uma pessoa que sabe do mercado e tem um enorme know-how para traçar paralelos com o mundo dos esportes.



Hortência

  • Duas medalhas em Jogos Pan-Americanos: ouro em Havana, 1991, e prata em Indianapólis, 1987.
  • Medalha de prata nas olimpíadas de Atlanta, 1996.
  • Medalha de ouro no Mundial da Austrália, 1994.

Da infância humilde na pequena Potirendaba-SP, ao Hall of Fame do basquete mundial nos EUA, berço do esporte. A eterna Rainha do Basquete ganhou os olhares do mundo com a medalha de ouro no Pan de Havana, ao recebê-la das mãos de Fidel Castro, numa cena antológica. A partir disso, medalhas olímpicas e título mundial foram o passo seguinte. Em sua palestra motivacional, Hortência conta sua história, de superação de desafios e adversidades, persistência para conquistar resultados, busca pelos sonhos e objetivos, espírito de equipe e, sobretudo, de vitórias.



José Roberto Guimarães

  • Ouro nas Olimpíadas de Barcelona 1992
  • Campeão da Liga Mundial 1993

Primeiro homem a levar o Brasil a uma medalha de ouro olímpica em esportes coletivos, José Roberto comandou seleções brasileiras e clubes, tanto femininos como masculinos. Essa facilidade em treinar diferentes equipes, de diferentes características, o levou a um patamar altíssimo no vôlei brasileiro, e a diversas conquistas, na seleção e em seus clubes. A medalha de ouro nas Olimpíadas de Barcelona representa a jóia da coroa. Atualmente, treina o Scavolini Pesaro, da Itália e estará no Pan do Rio de Janeiro em 2007, com a Seleção Brasileira Feminina. Sua palestra demonstra como motivar e fortalecer uma equipe para que esta trabalhe rumo a vitória. Tópicos abordados: trabalho em equipe, planejamento e estratégias, identificando e obtendo resultados, qualidade total mantendo a equipe motivada e unida e adaptação a diferentes situações.



Joaquim Cruz

  • Duas medalhas em Jogos Pan-Americanos: ouro em Indianápolis, 1987, e prata em Mar del Plata, 1995.
  • Duas medalhas Olímpicas: ouro em Los Angeles, 1984 e prata em Seoul, em 1988.

Primeiro medalhista olímpico brasileiro em provas de pista, Joaquim Cruz foi um dos poucos brasileiros da história que chegou a uma olimpíada como favorito e confirmou sua condição, em Los Angeles, 1984. Não fez por menos, ainda bateu o recorde olímpico da época. De uma infância humilde em Taquaritinga, passando por um período patrocinado de estudos e treinos nos EUA, até os recordes e glórias, Joaquim percorreu um duro trajeto, contado em sua palestra, "Trajetória, Vencer é uma Escolha", que aborda os principais temas que permitiram que Joaquim Cruz entrasse para a história do atletismo brasileiro e mundial: motivação, comportamento, concentração, disciplina, coaching e planejamento.



Lars Grael

  • Duas medalhas Olímpicas de bronze, em Seoul, em 1988 e em Atlanta, 1996.
  • Medalha de ouro no Campeonato Mundial de Iatismo, Portugal, 1983.

Lars Grael é um exemplo de uma carreira vitoriosa e de vida também. Com medalhas olímpicas, títulos brasileiros e internacionais de seu esporte, Lars parecia inabalável. Pois um acidente grave em 1998 fez com que ele perdesse uma de suas pernas. Mas nem por isso ele desistiu. Continuou ligado ao esporte, seja competindo em competições para-olímpicas, seja nos bastidores, como Secretário de Esportes do Estado de São Paulo. Em sua palestra, dedicação, superação, adaptação, treinamento, liderança, trabalho em equipe e planejamento são demonstradas por um atleta de ponta que poderia ter perdido toda sua razão de viver por causa de um acidente. Mas que preferiu seguir adiante.



Magic Paula

  • Duas medalhas em Jogos Pan-Americanos: ouro em Havana, 1991, e prata em Indianapólis, 1987.
  • Medalha de prata nas olimpíadas de Atlanta, 1996.
  • Medalha de ouro no Mundial da Austrália, 1994.

Sua genialidade e criatividade dentro das quadras lhe renderam o carinhoso apelido de Magic, uma alusão ao grande astro norte-americano Magic Johnson do LA Lakers. Paula foi, ao lado de Hortência, um dos maiores nomes do basquete brasileiro e mundial, tanto que está presente no Hall of Fame, nos EUA. Sua conduta altamente profissional era totalmente voltada para sua equipe, a ponto de recusar um convite para entrar na WNBA, ajudou o Brasil a ganhar seus títulos mais importantes no Basquete Feminino. Agora engajada em projetos sociais, Paula não esquece dos principais valores que carregava consigo em sua carreira, que são apresentados em sua palestra “Minha empresa, Minha equipe”, tais como estratégias, planejamento, vencer a si próprio, conviver em equipe, liderança, disciplina e driblar a acomodação.



Oscar Schmidt

  • Duas medalhas em Jogos Pan-Americanos: ouro em Indianapólis, 1987 e bronze em San Juan, 1979.
  • Medalha de bronze no Mundial das Filipinas, 1978.

Maior pontuador do Basquete Mundial de todos os tempos, o “Mão Santa” apareceu para os olhos do mundo ao comandar o Brasil para a inesperada vitória sobre o forte time dos EUA, na casa do adversário, maior pólo do basquete do mundo. Como o próprio Oscar se autodefinia, “não o melhor jogador, mas com certeza o que mais treinou”, sua palestra reflete sua carreira. Temas como definição de objetivos, aprender seu ofício, disciplina, superação de dificuldades, contar apenas com seu trabalho, trabalho em equipe, assumir seu papel. Tudo isso para tornar o impossível possível. E vencer, como Oscar sempre fez.



Renan Dal Zotto

  • Três medalhas em Jogos Pan-Americanos: ouro em Caracas.1983, prata em San Juan, 1979 e bronze em Indianapólis, 1987
  • Medalha de prata nas Olimpíadas de Los Angeles, 1984.
  • Medalha de prata no Mundial de 1982.

Como atleta e como treinador, Renan Dal Zotto sempre teve sua vida diretamente ligada ao vôlei. Ganhador de inúmeros títulos coletivos e individuais, foi um exemplo de profissional dentro das quadras e continua sendo, fora delas. Trabalho em equipe, liderança, motivação, disciplina, perseverança e definição de metas sempre foram suas principais características como jogador e técnico e são os temas que ele procura passar em suas palestra, traçando um paralelo entre o mundo corporativo e a vida de um atleta.



Róbson Caetano

  • Quatro medalhas em Jogos Pan-Americanos: duas de ouro em Havana. 1991, prata em Indianapólis, 1987 e bronze em Caracas, 1983.
  • Duas medalhas Olímpicas de bronze, em Seoul, em 1988 e em Atlanta, 1996.

Nascido em uma favela do Rio de Janeiro, Róbson sempre correu das dificuldades, em busca de um sonho. Se tornar alguém na vida. Primeiro e único brasileiro a correr 100m em menos de 10 segundos, Róbson competiu com alguns dos maiores nomes do atletismo mundial, como Carl Lewis, Lindford Christie e Michael Johnson. E os venceu. Essa superação que ele apresentava, esquecendo as dificuldades que passou quando jovem, o credenciou como um dos maiores vencedores do atletismo brasileiro, em diferentes categorias. Hoje comentarista da Rede Globo, ministra palestras com temas como preparação, planejamento, superação, liderança e teamwork.




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